Texto Base: Lucas 6:41

A palavra de Deus nos diz o seguinte: “E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? ”

É um deslize muito comum esta realidade tão bem expressa no Sermão da Montanha.

Sabemos que o argueiro é um cisco micro, mas a trave de que fala a palavra de Deus é algo maior e podemos utilizar como exemplo um pedaço de madeira grande.

  1. O argueiro é como vemos os nossos erros e defeitos sempre pequenos e desculpáveis porque temos mania de minimizar o nosso erro.
  2. Já a trave é como vemos as falhas e fracassos do nosso próximo e nesse caso sempre maximizamos os deslizes alheios.

O que Cristo está ressaltando é que na maioria das vezes somos propensos a criticar à acusar com veemência os erros do irmão passando por cima dos nossos próprios fracassos. Parece que usamos telescópio de grande alcance para ver as falhas do próximo, enquanto para visualizar o nosso erro utilizamos aqueles microscópios de pequeno alcance.

O crente em Jesus tem que ser uma pessoa que reconheça os seus erros, limitações e que por isso mesmo procure com seriedade supera-los, pois se isso acontecer o seu caráter será aprimorado dando a possibilidade de perceber e ser compreensível ao erro alheio.

Não estamos dizendo que se deve passar a mão por cima de algum erro do próximo, mas que devemos acompanhar, aconselhar, orar e direcionar para que ele consiga superar e não mais cometer o mesmo deslize.

Infelizmente algumas pessoas tem o prazer de chamar a atenção para os erros alheios e são como os fariseus que fiscalizavam a conduta dos outros e acabam ocultando os seus próprios erros.

Que possamos pedir ao Senhor que nos guarde para não acusarmos o irmão, mas por nossa compreensão e carinho ajudemos ele através do nosso apoio, oração e proximidade.

Que Deus nos abençoe.

Amém

 

Em Cristo Jesus e porque Ele vive!
Pr. Antônio José Azevedo Pereira