Texto Base: Hebreus 8.13

A palavra de Deus nos diz o seguinte: “Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar”.

Nesse contexto bíblico percebemos à verdade e realidade santa. Jesus já havia vindo ao mundo cumprindo a vontade do pai e deixando a glória celestial para habitar com os homens, com isto uma nova aliança havia se estabelecido. Não era mais um pacto baseado no altar, no sacrifício e na pessoa do Sumo Sacerdote, mas no Filho de Deus que se doou como sacrifício perfeito.

O novo concerto não se firmava na repetição do sacrifício anual, mas da dadiva do Cristo que de uma vez por todas tornou desnecessário qualquer novo sacrifício. O novo pacto não precisa do aparato visual do antigo, neste o tabernáculo e depois o templo eram presenças materiais exigidas, no novo compromisso o cordeiro de Deus subiu a cruz bastando agora querermos com fé que isso se fez. Nesse período de renovação não precisa da intermediação do Sumo Sacerdote como acontecia no antigo, a figura dessa autoridade era indispensável para que os pecados fossem levados ao altar do sacrifício.

Agora podemos ter acesso direto e pessoal ao Senhor para confessar nossos pecados e receber o perdão. Tendo em vista esta revelação sublime do Pai através do seu plano redentor que se concretizou em Cristo será que estamos no honrando devidamente este novo tempo? Será que estamos cultuando a Deus como devemos?

Que essa possa ser a nossa petição “faze-me senhor Digno de honrar tão grande salvação em Cristo”.

Em Cristo Jesus e porque Ele vive!
Pr. Antonio José Azevedo Pereira