Texto Base: Lucas 9:53

A palavra de Deus nos diz o seguinte: “Mas, não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém.”

Esse episódio ocorrido com Cristo e seus discípulos nas regiões de Samaria é realmente marcante e tem um ensino muito especial.

O texto nos conta que eles não foram recebidos devido sua aparência, que indicava a direção em que caminhavam. O vestuário indicava claramente que eles iam à Jerusalém e isso não era aceito pelos samaritanos.

Desde a queda de Samaria e aquela mistura que os estudiosos chamam de o caldeamento da população que foi ordenado por Senaqueribe, gerou uma desavença entre judeus e samaritanos.

Sabemos que eles eram irmãos provindos da mesma família, e mesmo assim as diferenças se tornaram tão marcantes que na maioria das vezes que os judeus se dirigiam da Judeia para a Galileia não atravessam a região de Samaria, que seria o caminho mais rápido.

Eles preferiam subir e descer às vezes por um lugar chamado Pereia para não cruzar com os “desafetos”. É triste saber que existem irmãos que nutrem esse tipo de desafeto, são irmãos, mas não se dão e nem mesmo se comunicam.

Cristo não podia fazer isso, pois o evangelho tinha que ser pregado aos samaritanos. E foi exatamente em uma daquelas aldeias chamada de sicar que ele teve uma das melhores receptividades a sua pregação, depois de ter conversado com a mulher samaritana lá no posto de Jacó.

O que deve nos chamar a atenção é que eles demonstravam para onde iam, eles iam para Jerusalém. A forma de ser, a maneira de conduzir as suas palavras, seu vocabulário e sua vestimenta indicavam que eles iam para Jerusalém. Dentro desse contexto sua uma pergunta, as pessoas conseguem identificar para onde estamos indo hoje?

Devemos mostrar ao mundo que estamos indo em direção à Jerusalém, a sociedade precisa ver em nossa maneira de ser, em nossas atitudes, em nossa forma de falar e se comportamento que nós estamos indo em direção à Jerusalém celestial.

Deus nos abençoe.

Amém

 

Em Cristo Jesus e porque Ele vive!
Pr. Antônio José Azevedo Pereira