Conferência 72 Horas 2016 reúne 1600 participantes em 2ª edição e fala sobre as lutas em nome de Cristo.

Três dias fora da rotina, um fim de semana sem tempo para descansar. Foram assim a sexta, o sábado e o domingo da Conferência 72 Horas, uma realização de Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Templo Central (IEADTC), que aconteceu nos dias 11 a 13 de novembro no Centro de Negócios do Sebrae. A segunda edição da Conferência teve um público de aproximadamente 1600 pessoas e 100 voluntários que serviram na execução do evento. O tema da C72H 2016, “Em nome de quem?”, foi uma ramificação do tema geral da Juventude — A Causa de Cristo — e abordou a busca das pessoas por significado, além das causas que cada um escolhe lutar e em nome de quê se faz isso.

A programação foi pensada, desde a primeira edição, para que priorizasse ministrações e debates, que aconteceram durante todo o dia. Entre os palestrantes locais já conhecidos pelos membros da igreja, como pastor Antonio José, pastor Ozean Gomes (líder da Juventude ADTC) e a missionária Aila Maria, estavam também convidados de outros estados. Pastor Karl Dietz (Igreja no Cinema, em Curitiba), Pedro do Borel (missionário do Rio de Janeiro e cadeira cativa no evento desde o ano passado), pastor Ricardo Bitun (Igreja Manaim, na capital paulista) estiveram presentes durante os 3 dias ministrando a Palavra.

Para o pastor Karl Dietz, participar pela primeira vez da C72H, em sua primeira viagem à Fortaleza, foi um fenômeno. “É um grande impacto em toda a cidade, em todo o estado. É uma conferência que reúne pensadores, pessoas que não querem viver pra si. O propósito de Deus pra elas é maior que elas mesmas”, ressalta.

Já o missionário Pedro do Borel, figura conhecida e querida pelo público das duas edições, revela uma perspectiva mais íntima sobre sua participação: “Tô em casa. E conhecer essa turma aqui do 72 Horas tem sido benção na minha vida. Não tem expectativa. Estar no meio de amigos é saber que Deus age no meio de amigos”.

Todas as noites, após a última palestra do dia, ocorreram as apresentações musicais. Esse ano, os convidados foram Daniela Araújo — pela primeira vez com banda em Fortaleza —, Preto no Branco e Salomão do Reggae e Paulo César Baruk. O louvor durante todos o dias foi conduzido pelo Ministério de Louvor do Templo Central.

Paulo César Baruk participou da noite de encerramento e compartilha como foi a experiência: “O povo cearense, juntamente com os irmãos de outros estados, mais uma vez marcaram as nossas vidas e eu sou muito grato a Deus pela oportunidade de ter vivido essa noite. Eu espero voltar outras vezes, se não pra cantar, pelo menos pra participar e ser abençoado pela vida de vocês”.

Nas palestras, temas como a satisfação em Deus, a causa missionária e a autoridade de Cristo sobre todas as coisas foram abordados por, respectivamente, pastor Ricardo Bitun, missionária Aila Maria e pastor Ozean Gomes. A mesa redonda, que ocorreu na tarde de domingo, teve presença de nomes locais e convidados e foi dividida em quatro temas: teologia,missões urbanas, religião e política e igreja evangélica brasileira. A discussão foi transmitida ao vivo pela internet e contou com participação e perguntas online e de presenciais.

No segundo ano, já é visível o papel fundamental da Conferência 72 Horas no processo de conferir identidade e gerar pertencimento em uma juventude tão grande espalhada por toda Fortaleza, Região Metropolitana e interior do Ceará, nas congregações da Assembleia de Deus Ministério Templo Central. Além de receber, também, participantes de outros estados, como por exemplo, a caravana de São Luís, no Maranhão, que cruzou 1000 quilômetros em um ônibus para participar da C72H.

O evento, inédito na IEADTC, tem agregado os jovens da cidade e suprido a necessidade de um espaço de exposição bíblica e debates voltado para toda a juventude, além de proporcionar a troca de experiências com convidados e participantes de outras igrejas e outros locais do País. Em conjunto com as demais atividades da Juventude ADTC, a Conferência 72 Horas tem despertado os jovens a se enxergar como uma unidade e a perceber a cidade onde vivem a fim de agirem em nome de Cristo, manifestando o Reino em suas igrejas e comunidades onde essas estão construídas. A Conferência 2016 acabou e deixou saudades, mas já deu o recado: “Até 2017!”.

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